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	<title>Dna, Tecnologia em Genética &#124; Biocod</title>
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	<description>Tecnologia em Genética</description>
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		<title>Melanoma</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o uso da droga vemurafenibe (Zelboraf®), comercializada pela Roche, para pacientes com melanoma metastático portadores da mutação V600E no gene BRAF. Quando diagnosticado precocemente, o melanoma costuma ser uma doença curável. &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/noticias/melanoma/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o uso da droga vemurafenibe (Zelboraf®), comercializada pela Roche, para pacientes com melanoma metastático portadores da mutação V600E no gene <em>BRAF</em>.</p>
<p>Quando diagnosticado precocemente, o melanoma costuma ser uma doença curável. Entretanto, quando avançado, tem alta probabilidade de se disseminar para outras partes do corpo e se tornar altamente letal. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que 6.230 pessoas sejam diagnosticadas com a doença em 2012.</p>
<p>O Brasil é o terceiro país no mundo a ter o uso dessa droga aprovado. Nos últimos 30 anos, não houve grandes avanços para o tratamento da doença e a terapia sistêmica existente apresenta resultados limitados. Agora a introdução do Zelboraf® pode mudar esse cenário. A droga, aprovada nos EUA em agosto de 2011, pela Food and Drug Administration (FDA), agência regulatória dos Estados Unidos, conseguiu reduzir em 63% o risco de morte e em 74% o risco de morte ou de progressão da doença, quando comparada à quimioterapia.</p>
<p>Para ser elegível, o paciente precisa fazer o teste diagnóstico para a mutação. Cerca de 50% dos pacientes apresentam essa mutação. A partir de março, a BIOCOD estará oferecendo o teste da V600E em DNA extraído de melanoma conservado em bloco de parafina.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Chapman P B et al. Improved Survival with Vemurafenib in Melanoma with BRAF V600E Mutation. N Engl J Med. 2011 Jun 30; 364(26): 2507-16.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Instituto Nacional do Câncer: INCA: Câncer de pele – Estimativa 2012. Em: <a href="http://www.inca.gov.br/estimativa/2012/">http://www.inca.gov.br/estimativa/2012/</a>. Consulta em 26/12/2011.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Flaherty T et al. New Strategies in Metastatic Melanoma: Oncogene-Defined Taxonomy Leads to Therapeutic Advances.Clin Cancer Res; 17(15) August 1, 2011.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Kenneth J. B., Steven M. A., Robert S. Molecular testing for BRAF V600 mutations in the BRIM-2 trial of the BRAF inhibitor vemurafenib (RG7204/PLX4032) in metastatic melanoma. Abstract #10523, apresentado no ASCO Annual Meeting 2011.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>ZELBORAF: the first FDA-approved treatment for BRAF<sup>V600E</sup> mutation-positive metastatic melanoma. <a href="http://www.zelboraf.com/patient/">http://www.zelboraf.com/patient/</a></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>12 anos &#8211; laboratório Biocod</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="biocod_12anos" href="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/02/biocod_12anos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-859" title="biocod_12anos" src="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/02/biocod_12anos-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
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		<title>O que é Hepatite?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[Hepatite Hepatite designa qualquer degeneração do fígado por causas diversas, sendo as mais freqüentes as infecções pelos vírus tipo A, B e C e o abuso do consumo de álcool ou outras substâncias tóxicas (como alguns remédios). Enquanto os vírus &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/clipping/e-hepatite/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Hepatite</h3>
<p>Hepatite designa qualquer degeneração do fígado por causas diversas, sendo as mais freqüentes as infecções pelos vírus tipo A, B e C e o abuso do consumo de <a href="http://www.minhavida.com.br/temas/álcool" target="_blank">álcool </a>ou outras substâncias tóxicas (como alguns remédios). Enquanto os vírus atacam o fígado quando parasitam suas células para a sua reprodução, a cirrose dos alcoólatras é causada pela ingestão frequente de bebidas alcoólicas &#8211; uma vez no organismo, o álcool é transformado em ácidos nocivos às células hepáticas.</p>
<div>
<h2>Tratamento de Hepatite</h2>
<div>
<p>Não existe tratamento para a forma aguda. Se necessário, apenas sintomático para náuseas e vômitos. O repouso é considerado importante pela própria condição do paciente.</p>
<p>A utilização de dieta pobre em gordura e rica em carboidratos é de uso popular, porém seu maior benefício é ser de melhor digestão para o paciente sem apetite. De forma prática deve ser recomendado que o próprio indivíduo doente defina sua dieta de acordo com sua aceitação alimentar. A única restrição está relacionada à ingestão de álcool. Esta restrição deve ser mantida por um período mínimo de seis meses e preferencialmente de um ano.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<div>
<p>A melhor estratégia de prevenção da hepatite A inclui a melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e medidas educacionais de higiene. A vacina específica contra o vírus A está indicada conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).</p>
<p>A prevenção da hepatite B inclui o controle efetivo de bancos de sangue através da triagem sorológica; a vacinação contra hepatite B, disponível no SUS,conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de imunoglobulina humana Anti-Vírus da hepatite B também disponível no SUS, conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais da área da saúde; o não compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear, escovas de dente, equipamentos para uso de drogas; o uso de preservativos nas relações sexuais.</p>
<p>Não existe vacina para a prevenção da hepatite C, mas existem outras formas de prevenção, como: triagem em bancos de sangue e centrais de doação de sêmen para garantir a distribuição de material biológico não infectado; triagem de doadores de órgãos sólidos como coração, fígado, pulmão e rim; triagem de doadores de córnea ou pele; cumprimento das práticas de controle de infecção em hospitais, laboratórios, consultórios dentários, serviços de hemodiálise; tratamento dos indivíduos infectados, quando indicado; abstinência ou diminuição do uso de álcool, não exposição a outras substâncias que sejam tóxicas ao <a href="http://www.minhavida.com.br/temas/fígado" target="_blank">fígado</a>, como determinados medicamentos.</p>
<h2>Tipos</h2>
<div>
<p><strong>Hepatite A:</strong> é transmitida por água e alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra; a doença fica incubada entre 10 e 50 dias e normalmente não causa sintomas, porém quando presentes, os mais comuns são febre, pele e olhos amarelados, náusea e vômitos, mal-estar, desconforto abdominal, falta de apetite, urina com cor de coca-cola e fezes esbranquiçadas. A detecção se faz por exame de sangue e não há tratamento específico, esperando-se que o paciente reaja sozinho contra a doença. Apesar de existir vacina contra o vírus da hepatite A (HAV), a melhor maneira de evitá-la se dá pelo saneamento básico, tratamento adequado da água, alimentos bem cozidos e pelo ato de lavar sempre as mãos antes das refeições.</p>
<p><strong>Hepatite B e Hepatite C: </strong>os vírus da hepatite tipo B (HBV) e tipo C (HCV) são transmitidos sobretudo por meio do sangue. Usuários de drogas injetáveis e pacientes submetidos a material cirúrgico contaminado e não-descartável estão entre as maiores vítimas, daí o cuidado que se deve ter nas transfusões sangüíneas, no dentista, em sessões de depilação ou tatuagem. O vírus da hepatite B pode ser passado pelo contato sexual, reforçando a necessidade do uso de camisinha. Freqüentemente, os sinais das hepatites B e C podem não aparecer e grande parte dos infectados só acaba descobrindo que tem a doença após anos e muitas vezes por acaso em testes para esses vírus. Quando aparecem, os sintomas são muito similares aos da hepatite A, mas ao contrário desta, a B e a C podem evoluir para um quadro crônico e então para uma <a href="http://www.minhavida.com.br/temas/cirrose" target="_blank">cirrose </a>ou até câncer de fígado.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/22-hepatite">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/22-hepatite</a></em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Novo protocolo para Hepatite C</title>
		<link>http://www.biocod.com.br/clipping/novo-protocolo-para-hepatite/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novo-protocolo-para-hepatite</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="hepatite" href="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hepatite2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-843" title="hepatite" src="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hepatite2-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
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		<title>Biocod Chapecó está em novo endereço</title>
		<link>http://www.biocod.com.br/noticias/biocod-chapeco-esta-em-novo-endereco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=biocod-chapeco-esta-em-novo-endereco</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 20:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="390055_306686002706585_219923861382800_873728_1798935987_n" href="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/01/390055_306686002706585_219923861382800_873728_1798935987_n.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-830" title="390055_306686002706585_219923861382800_873728_1798935987_n" src="http://www.biocod.com.br/wp-content/uploads/2012/01/390055_306686002706585_219923861382800_873728_1798935987_n-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Genética ajudará a juntar famílias separadas no passado pela hanseníase</title>
		<link>http://www.biocod.com.br/clipping/genetica-ajudara-juntar-familias-separadas-passado-pela-hanseniase/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=genetica-ajudara-juntar-familias-separadas-passado-pela-hanseniase</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 16:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[Identificação, que servirá de base para pedido de indenização, será possível graças a parceria do governo federal com o Instituto Nacional de Genética Médica Populacional; entre 1920 e 1970, lei ordenava separação de filhos sadios dos pais com a doença &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/clipping/genetica-ajudara-juntar-familias-separadas-passado-pela-hanseniase/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Identificação, que servirá de base para pedido de indenização, será possível graças a parceria do governo federal com o Instituto Nacional de Genética Médica Populacional; entre 1920 e 1970, lei ordenava separação de filhos sadios dos pais com a doença</h3>
<p>Os cerca de 40 mil brasileiros cujos pais tiveram no passado hanseníase &#8211; doença que era chamada de lepra -, e deles foram separados ao nascer, vão poder confirmar seus vínculos biológicos com supostos irmãos, pais e outros familiares não identificados.  </p>
<p>A ideia é que o Morhan mapeie o histórico e os documentos de pessoas que já identificaram prováveis familiares no Brasil para que o exame genético comprove os laços de parentesco. O cadastro atual dos filhos de ex-pacientes com hanseníase ainda é tímido &#8211; hoje tem cerca de 10 mil pessoas.</p>
<p>A médica responsável pelo protocolo será a geneticista Lavínia Schüler Faccini, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E a primeira pessoa a se submeter ao exame genético será Maria Teresa da Silva Santos Oliveira, de 55 anos, que idealizou o início do movimento de encontro dos filhos.</p>
<p>Após pesquisar sua origem, Teresa descobriu possuir cinco irmãos biológicos, todos afastados dos pais ao nascer &#8211; mas falta comprovar o suposto parentesco com Marisa Ferreira Santos.</p>
<p>&#8220;Marisa não conheceu nenhum familiar. Ela só sabe que a mãe dela se chamava Maria José, que ela era de Minas e escrevia cartas para ter notícias dos filhos. A minha mãe também era mineira, tinha o mesmo nome e também escrevia cartas. Isso pode não significar nada, mas também pode mudar uma história&#8221;, afirmou Teresa.</p>
<p>Como será. Segundo Lavínia, os exames genéticos serão feitos por meio de coleta da saliva das pessoas. &#8220;Existem várias características genéticas que podem indicar parentesco de irmãos ou de um familiar mais distante.&#8221;</p>
<p>As amostras de saliva serão coletadas em todo o País, preservadas em recipiente refrigerado e enviadas para o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde serão analisadas. Cada resultado deve demorar cerca de 15 dias.</p>
<p>Lavínia explica, entretanto, que não adianta os interessados ligarem direto para o HC para pedir para fazer o exame. &#8220;Só vamos analisar amostras previamente cadastradas e encaminhadas pelo Morhan ou pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos&#8221;, orientou a médica.</p>
<p>Segundo Teresa, os resultados servirão de base para o pedido de indenização daqueles que não possuem nenhum documento que comprove que realmente são filhos de ex-pacientes e foram separados dos pais.</p>
<p>Segundo Artur Custódio, coordenador nacional do Morhan, cerca de 10% das pessoas atualmente cadastradas devem se beneficiar do exame genético. &#8220;Vale lembrar que apenas aqueles filhos que não tiverem nenhum documento serão indicados ao exame&#8221;, afirmou.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br">www.estadao.com.br</a></em></p>
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		<title>Biocod: Empreendedorismo feminino de sucesso</title>
		<link>http://www.biocod.com.br/biocod-na-midia/biocod-empreendedorismo-feminino-de-sucesso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=biocod-empreendedorismo-feminino-de-sucesso</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocod na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Coragem para empreender foi o que Valéria Calijorne e mais três amigas biólogas – Marcia Brant, Kátia Torres e Cristiane Oliveira – precisaram para criar a Biocod Biotecnologia. A empresa que ganhou o Prêmio Empreendedor de Sucesso 2011 na categoria &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/biocod-na-midia/biocod-empreendedorismo-feminino-de-sucesso/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="blog-third">
<div><a href="http://www.movimentobrasilhsm.com.br/?p=1407"><img title="biocod_interna" src="http://www.movimentobrasilhsm.com.br/wp-content/uploads/2011/12/biocod_interna.jpg" alt="biocod_interna" width="449" height="183" /></a></p>
<div>
<p>Coragem para empreender foi o que Valéria Calijorne e mais três amigas biólogas – Marcia Brant, Kátia Torres e Cristiane Oliveira – precisaram para criar a Biocod Biotecnologia. A empresa que ganhou o Prêmio Empreendedor de Sucesso 2011 na categoria Mulher Empreendedora, organizado pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas e pela revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, nasceu após dez anos de atuação das três profissionais.</p>
<p>Por se aprofundarem no tema e conhecerem bem essa tecnologia, elas resolveram criar a própria empresa, que realiza testes de paternidade e testes moleculares para diagnóstico de doenças, além de oferecer aconselhamento genético.</p>
<p>Quando a Biocod começou a oferecer os serviços de identificação animal, o governo brasileiro ainda não exigia isso no mercado interno, mas o mercado internacional sim. A oportunidade de crescimento veio quando a empresa começou a oferecer o serviço para as associações de criadores de bovinos e equinos. Como foram pioneiras, quando vieram as exigências, já tinham a experiência necessária e criaram um kit de análise para ser vendido a laboratórios de todo o Brasil.</p>
<p>Para produzi-los em grande escala, a Biocod convenceu a Biominas a investir no projeto e ajudá-las na busca por novos investidores. Outro projeto foi o oferecimento do exame de paternidade animal para os criadores de cavalos. Em um ano já tinham a encomenda de 500 exames. Nesse momento, as quatro sócias decidiram fazer um spin-off  (desmembramento da empresa) para cuidar do novo negócio, que conta com a participação da Biominas e de um criador de cavalos. Com isso, em 2005 nasceu a Linhagen, empresa especializada em genética animal, que faz exames e produz kits de análise para outros laboratórios.</p>
<p>As quatro sócias têm a participação de 10,5% na nova empresa e cuidam da área técnica. “O maior desafio foi compartilhar a direção da nova empresa com outras pessoas e aprender a delegar mais”, destaca Kátia, que é uma das diretoras da Linhagen.<br />
Valéria assume hoje o cargo de diretora comercial da Biocod e cada uma das sócias fundadoras cuida de uma diretoria, mas não há uma presidente porque todas as decisões são tomadas em conjunto. Além das quatro sócias fundadoras, hoje a Biocod tem mais quatro sócias, todas ex- funcionárias da empresa.</p>
<p>Como conselho para quem quer empreender, Valéria afirma que é preciso conhecer bem a área que se deseja atuar, mas além disso, buscar conhecimentos de gestão e escolher bem os sócios. “O entrosamento entre os envolvidos e a sintonia sobre o que querem, como é o nosso caso, é fundamental para o sucesso”, destaca.</p>
<p><strong>Começo difícil</strong></p>
<p>Durante quase dois anos elas trabalhavam sozinhas e se revezavam quando havia uma demanda grande até poderem contratar funcionários. Ao final de 2001 eram três funcionários e em 2004 já eram 12. Hoje a Biocod conta com 58 colaboradores em suas duas unidades, uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Chapecó (MG). Em 2012, a Biocod pretende diversificar o nicho de serviços e abrir novas unidades.</p>
<p>No início, conhecimentos técnicos todas tinham, mas faltava experiência em gestão. Era preciso dominar essas práticas para que o negócio desse certo. Valéria conta que a empresa nasceu dentro de uma incubadora, a Biominas, onde contavam com a estrutura física.</p>
<p>“A própria encubadora apontou as nossas deficiências como gestoras e nos orientou a buscar uma capacitação”, explica. Durante quatro anos, as sócias participaram de um programa de empreendedorismo – o PAEX (Parceiros para a Excelência), da Fundação Dom Cabral – que conta com uma fase teórica e orientação prática. “Um especialista nos ajudava dentro da empresa a implantar todas as mudanças necessárias”, relembra Valéria. Os resultados não poderiam ser melhores. A Biocod tornou-se um case de sucesso na área de empreenderismo de base tecnológica.</p>
<p>Além da pouca experiência em gestão, as dificuldades financeiras também marcaram o começo da Biocod. Foram cinco anos dentro da incubadora até conseguirem ter sua própria infraestrutura.</p>
<p>“Além disso, precisamos contar com empréstimos do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e com o apoio do Programa de Apoio Tecnológico às Micro e Pequenas Empresas do Sebrae (PATME, atual Sebraetec)”, recorda. As quatro sócias também inscreveram projetos no CNPq e na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) que foram aprovados e resultaram em bolsas, as quais garantiram suas remunerações mensais por um período.</p>
<p><strong>Projeto Identidade</strong></p>
<p>A Biocod também desenvolve o Projeto Identidade, que realiza exames de paternidade gratuitos para crianças, jovens e portadores de necessidades especiais de baixa renda que não tenham o nome do pai biológico em seus registros de nascimento. Segundo Valéria, desde sua implantação, em 2002, o projeto já atendeu a mais de 250 famílias que não tinham condições de arcar com os custos dos exames de paternidade. Pela contribuição com a inclusão social no país, a Biocod obteve o título de Empresa Amiga da Criança, concedido pela Fundação Abrinq – pelos Direitos da Criança e do Adolescente</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.movimentobrasilhsm.com.br/?p=1407">http://www.movimentobrasilhsm.com.br/?p=1407</a></em></p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Cientistas sequenciam DNA de mulher que viveu até os 115 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 18:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas holandeses fizeram o sequenciamento completo do DNA de uma mulher que viveu até os 115 anos de idade. Tida como a mais idosa do mundo na época de sua morte, a mulher possuía a agilidade mental de uma pessoa &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/clipping/cientistas-sequenciam-dna-de-mulher-viveu-ate-os-115-anos/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Cientistas holandeses fizeram o sequenciamento completo do DNA de uma mulher que viveu até os 115 anos de idade.</p>
<p>Tida como a mais idosa do mundo na época de sua morte, a mulher possuía a agilidade mental de uma pessoa décadas mais jovem e nenhum sinal de demência.</p>
<p>O trabalho, divulgado durante uma conferência da American Society of Human Genetics em Montreal, no Canadá, sugere que a mulher tinha genes que a protegiam contra a demência e outras doenças associadas à velhice.</p>
<p>Os especialistas esperam que mais investigações como essa possam, no futuro, esclarecer as associações entre variações genéticas, saúde e longevidade.</p>
<p>O primeiro esboço do código genético de um ser humano foi feito há mais de dez anos.</p>
<p>Desde então, com a melhoria e o barateamento das técnicas de &#8220;leitura&#8221; do DNA, algumas centenas de indivíduos tiveram seus genes mapeados.</p>
<p>A mulher, cuja identidade está sendo mantida em segredo, conhecida apenas como W115, é a mais idosa a ter seus genes mapeados.</p>
<p>Ela doou seu corpo para pesquisas médicas, permitindo que cientistas estudassem seu cérebro e outros órgãos, assim como seu código genético completo.</p>
<p>Variações genéticas</p>
<p>A líder do estudo, a pesquisadora Henne Holstege, do Departamento de Genética Clínica do VU University Medical Center em Amsterdã, disse que W115 parece possuir algumas variações genéticas raras em seu DNA.</p>
<p>Não está claro que papel essas variações teriam cumprido, mas a equipe suspeita de que os genes da mulher a protegeram contra a demência e outras doenças.</p>
<p>&#8220;Sabemos que ela é especial, sabemos que seu cérebro tinha absolutamente nenhum sinal de Alzheimer&#8221;, disse Holstege à BBC.</p>
<p>&#8220;Talvez houvesse algo no seu corpo que a protegesse contra a demência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Achamos que existem genes que talvez assegurem vida longa e protejam contra Alzheimer&#8221;.</p>
<p>W115 nasceu prematura e não era esperado que ela sobrevivesse.</p>
<p>Mas ela viveu uma vida longa e saudável, sendo levada para um asilo para idosos aos 105 anos.</p>
<p>Ela morreu por causa de um tumor no estômago, tendo recebido tratamento para câncer de mama aos cem anos.</p>
<p>Aos 113 anos, testes de sua capacidade mental revelaram o desempenho de uma mulher com idade entre 60 e 75 anos.</p>
<p>Exames feitos após sua morte não conseguiram identificar qualquer sinal de demência ou endurecimento de artérias associado a doenças do coração.</p>
<p>Para o progresso da ciência, a equipe está disponibilizando a sequência do DNA de W115 para outros pesquisadores.</p>
<p>A BBC pediu ao especialista Jeffrey Barrett, que estuda fatores genéticos associados a doenças no Sanger Centre, em Cambridge, na Inglaterra, que comentasse o estudo.</p>
<p>&#8220;Sequenciar o genoma da mulher mais idosa do mundo é um importante ponto de partida na compreensão de como variações no DNA estão relacionadas a uma vida longa e saudável&#8221;, disse Barrett.</p>
<p>&#8220;Mas de forma a realmente entender a biologia que sustenta uma vida longa e saudável, precisamos olhar sequências de DNA de centenas de milhares de pessoas&#8221;. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
<p><em>Fonte:<a href="http://www.estadao.com.br">http://www.estadao.com.br</a></em></p>
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		<title>Prêmio empreendedor de sucesso &#8211; Mais uma conquista da Biocod</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 17:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<title>Em 10 anos, governo registra aumento de 83% das mortes em decorrência da hepatite C</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 11:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou nesta tarde, em Brasília, o primeiro Boletim Epidemiológico referente às hepatites virais no Brasil. Entre 2000 e 2010, observou-se no País um crescimento de 83% das mortes causadas por hepatite C, de 73% pela hepatite &#8230; <a href="http://www.biocod.com.br/clipping/em-10-anos-governo-registra-aumento-de-83-das-mortes-em-decorrencia-da-hepatite/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou nesta tarde, em Brasília, o primeiro Boletim Epidemiológico referente às hepatites virais no Brasil. Entre 2000 e 2010, observou-se no País um crescimento de 83% das mortes causadas por hepatite C, de 73% pela hepatite B e de 34% pela hepatite A. Estima-se que hoje mais de 300 mil brasileiros tenham algum tipo dessa doença que causa inflamação no fígado.</p>
<p>Os dados foram apresentados durante cerimônia alusiva ao Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais, 28 de julho. </p>
<p>Ainda segundo o novo Boletim, a prevalência de pessoas infectadas pelo vírus C da hepatite, o mais grave, é de 1,38%.</p>
<p>Em 2010, foram registradas 2.518 mortes em decorrência das hepatites A, B e C no País.</p>
<p>“As pessoas precisam saber que ao compartilharem objetos perfuro cortantes estão correndo o risco de contraírem o vírus”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “O sexo desprotegido também é um grande transmissor da hepatite B”, completou.</p>
<p>O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, também participou da cerimônia. Para ele, “fazer o diagnóstico precoce é a melhor maneira de evitar que os casos de infecção das hepatites se agravem&#8221;. </p>
<p>Jarbas lembrou que as hepatites são doenças silenciosas. “A hepatite B é mais frequente entre pessoas de 20 a 49 anos, enquanto a C predomina entre aqueles entre 30 a 59 anos”, comentou.</p>
<p><strong>Novas estratégias</strong><strong> </strong></p>
<p>Com objetivo de ampliar o diagnostico precoce das hepatites, o ministro Padilha informou que o governo ampliou a faixa etária para a vacinação contra o tipo B da doença. Agora todas as pessoas até 24 anos podem receber as três doses da vacina no Sistema Único de Saúde.</p>
<p>A partir do ano que vem, o governo vai ampliar para 29 anos a vacinação. </p>
<p>O objetivo, segundo o ministro, é englobar principalmente as gestantes, pois a hepatite B pode ser transmitida da mãe para filho durante a gestação. “Temos também que criar campanhas de mobilização entre os jovens, porque a procura pela vacina é muito baixa entre eles”, acrescentou Padilha. </p>
<p>O governo irá disponibilizar a partir de agosto o teste rápido para as hepatites B e C em até 30 minutos, e planeja criar salas de vacinação nos Centros de Testagem e Aconselhamento em DST/Aids.</p>
<p><em>Fonte: Agência de Notícias da Aids</em></p>
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